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Controlamos identidade em duas camadas: a plataforma que o cliente usa e os sistemas internos da Tess usados para operar o serviço. Em ambos, vale o menor privilégio — acesso só ao necessário, pelo tempo necessário.

Na plataforma (sua organização)

  • Administradores do workspace convidam usuários e definem papéis (o que cada pessoa pode ver, criar ou administrar).
  • Planos Enterprise podem federar o login ao provedor de identidade da empresa (SSO com padrões de mercado), centralizando a autenticação na sua política corporativa.
  • Compartilhamento de agentes, páginas e integrações respeita as permissões configuradas — reduzir privilégios ou remover um usuário corta o acesso correspondente.
  • A Tess não gerencia o dia a dia dos usuários do cliente: quem entra e quem sai da conta é responsabilidade dos administradores da organização.

Papéis e permissões

Controle de acesso baseado em função (RBAC) dentro do workspace.

SSO corporativo

Disponível quando contratado no plano Enterprise.

Convite e remoção

Administradores da organização controlam o ciclo de vida dos usuários.

Nos sistemas da Tess (operação interna)

  • Colaboradores só recebem acesso após autorização; mudanças de papel e desligamentos disparam revisão e remoção de credenciais.
  • Sistemas críticos exigem autenticação reforçada (incluindo múltiplos fatores).
  • Contas com privilégios elevados são limitadas em número, inventariadas e sujeitas a revisão periódica.
  • Ações administrativas relevantes são registradas para investigação e accountability.
Credenciais, tokens e a segurança do Identity Provider (quando há SSO) são responsabilidades compartilhadas: a Tess protege a plataforma; o cliente protege as contas e o IdP da própria empresa.

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