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A Tess opera em modelo cloud-first: a infraestrutura física dos data centers fica com o provedor de nuvem; a Tess desenha e opera a camada lógica — redes, identidade cloud, criptografia, backups e proteção das superfícies expostas à internet.

Ambiente de produção

  • Workloads de produção ficam em redes segregadas, separadas de usos não produtivos.
  • Entrada de tráfego passa por balanceamento e verificação de saúde dos serviços.
  • Regras de rede restringem o que pode falar com o quê — especialmente caminhos administrativos.
  • Acesso privilegiado à infraestrutura é limitado a pessoas autorizadas e fica sujeito a registro.

Borda e superfícies públicas

  • DNS, distribuição de conteúdo e proteções de borda ajudam a absorver abuso e ataques volumétricos.
  • Filtros na borda reduzem tráfego malicioso antes que chegue à aplicação.
  • Endpoints públicos sensíveis exigem comunicação criptografada.
  • Controles físicos (prédio, energia, acesso ao hardware) são responsabilidade do provedor de nuvem, monitorados pela Tess via relatórios e obrigações contratuais.

O que isso significa para o cliente

Você não precisa operar servidores da Tess. O isolamento entre clientes, a criptografia e a proteção de perímetro fazem parte do serviço. Sua responsabilidade permanece sobre redes, dispositivos e identidades da sua própria empresa ao acessar a plataforma.
Em auditorias, a Tess descreve e evidencia os controles sob sua gestão e acompanha as garantias de segurança publicadas pelos provedores críticos (modelo de responsabilidade compartilhada na nuvem).

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